07/06/2019 às 10h00min - Atualizada em 07/06/2019 às 10h00min

Prefeito de Autazes defende produtores de queijo em reunião com Ministério Público

Cunhãs Comunicação - comunicacao@autazes.am.gov.br
Fotos: Djalma Júnior/Sepror
O prefeito de Autazes (a 112 km), Andreson Cavalcante (sem partido), esteve na sede do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), na manhã desta quinta-feira, 6, defendendo os interesses dos produtores de queijo do município. O MPAM trabalha com outros orgãos ligados ao setor primário, em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que regularize a adequação definitiva da produção amazonense de queijo à legislação vigente. O grupo reuniu com o Promotor de Justiça Otávio de Souza Gomes.


 
Estiveram presentes o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas (Faea), Muni Lourenço; da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), Alexandre Araújo; e, o titular da Secretaria de Produção Rural do Estado do Amazonas (Sepror), Petrúcio Júnior. Andreson Cavalcante explicou que vem acompanhando de perto a situação em defesa dos interesses dos produtores de queijo, tendo em vista que o produto representa parte considerada da economia de base do município. O TAC visa regulamentar a atividade da bacia leiteira do Estado do Amazonas, incluindo a produção de queijo e seus derivados.


 
"Estamos defendendo a nossa economia, encontrando caminhos que possam preservar a qualidade do produto, garantir ao consumidor produto certificado, mas também sem perder as características regionais, inclusive, de fábricas artesanais, garantindo, assim, emprego, renda à principal economia do município de Autazes, e também dos municípios vizinhos, como Itacoatiara, Careiro da Várzea e Careiro Castanho"" disse o prefeito Andreson.
 
Segundo o MPAM, em audiência pública realizada em maio deste ano, foi detectado que o maior problema enfrentado pelos produtores amazonenses de queijo é a obrigatoriedade de pasteurizar o leite utilizado na produção. De acordo com os produtores, o processo, que esteriliza o leite é inviável devido aos investimentos necessários para sua implementação e que, tradicionalmente, o queijo é produzido com leite cru, não pasteurizado.
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